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sexta-feira, 19 de março de 2010

DICA DE LEITURA!! "O Ladrão de Raios"

Primeiro volume da saga Percy Jackson e os Olimpianos, O Ladrão de Raios esteve entre os primeiros lugares na lista das séries mais vendidas do The New York Times. O autor conjuga lendas da mitologia grega com aventuras no século XXI. Nelas, os deuses do Olimpo continuam vivos, ainda se apaixonam por mortais e geram filhos metade deuses, metade humanos, como os heróis da Grécia antiga. Marcados pelo destino, eles dificilmente passam da adolescência. Poucos conseguem descobrir sua identidade.
O garoto-problema Percy Jackson é um deles. Tem experiências estranhas em que deuses e monstros mitológicos parecem saltar das páginas dos livros direto para a sua vida. Pior que isso: algumas dessas criaturas estão bastante irritadas. Um artefato precioso foi roubado do Monte Olimpo e Percy é o principal suspeito. Para restaurar a paz, ele e seus amigos - jovens heróis modernos - terão de fazer mais do que capturar o verdadeiro ladrão: precisam elucidar uma traição mais ameaçadora que a fúria dos deuses. 

O filme, baseado neste livro estreou em fevereiro nos cinemas americanos e promete ser o sucessor da saga de Harry Potter. O Ladão de Raios tem no elenco Sean Bean (Zeus), Kevin McKidd (Poseidon), Steve Coogan (Hades), Catherine Keener (Sally Jackson), Pierce Brosnan (Chiron), Uma Thurman (Medusa), Rosario Dawson (Perséfone), entre outros.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Ministro Cezar Peluso é eleito novo presidente do STF para biênio 2010-2012


O ministro Cezar Peluso foi eleito o novo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF) para o biênio 2010-2012. A eleição ocorreu no início da sessão plenária desta quarta-feira (10). O ministro Carlos Ayres Britto será o vice-presidente. A posse da nova gestão está marcada para o dia 23 de abril.

Após receber 10 dos 11 votos (um voto foi dado para o ministro Carlos Ayres Britto) para assumir a presidência do Supremo, o ministro Peluso saudou o sistema de eleição da Corte que, pela tradição, elege o ministro mais antigo que não tenha sido presidente. Para ele, esse sistema coloca a Corte “a salvo de lutas intestinas e dadas por ambições pessoais incontroláveis”.

“A despeito disso, ninguém poria em dúvida que essa eleição representa, em primeiro lugar, a fidelidade da Casa a esta lei tão saudável à condução dos seus destinos e, por outro lado, também a generosidade e a confiança de vossas excelências, a quem eu quero publicamente agradecer”, disse o ministro, que definiu a Presidência do Supremo como “uma função que, na verdade, não é mais do que representar o porta-voz das decisões deste colegiado, tão relevante para as instituições republicanas”.

O ministro Gilmar Mendes, que conduziu as eleições como presidente do Supremo, saudou a eleição de Peluso. “Desde já registro a nossa confiança na condução segura dos trabalhos desta Casa, com a experiência que o ministro Peluso tem como grande juiz e como administrador”, disse.

Na sequência, também foi eleito o vice-presidente. De 11 votos, 10 foram dados ao ministro Ayres Britto para assumir o cargo (um voto foi dado ao ministro Joaquim Barbosa). “Também agradeço a confiança da Corte, o prestígio que os ministros me conferem, dando-me a honra de ser o vice-presidente do ministro Cezar Peluso. Farei o que estiver ao meu alcance para ajudar sua excelência a bem conduzir os destinos desta Casa de Justiça”, disse. Atualmente, Ayres Britto é também presidente do Tribunal Superior Eleitoral.

O decano da Corte, ministro Celso de Mello, foi outro que congratulou a eleição. “Desejo saudar com muita satisfação e muita alegria a sábia escolha dos ministros Cezar Peluso e Carlos Ayres Britto para a Presidência e a Vice-presidência desta Corte, registrando a enorme honra que esse fato representa para todos e cada um dos juízes que compõem esse Tribunal e também para a própria Suprema Corte do Brasil.”

O procurador-geral da República, Roberto Gurgel, associou-se às palavras do decano. Segundo ele, Peluso e Ayres Britto “certamente conduzirão com o êxito que todos confiamos os destinos da mais alta Corte do país o próximo biênio”.

Perfil - No Supremo desde junho de 2003, o ministro Peluso tem marcado sua atuação na Corte pela sobriedade na análise dos processos sob sua relatoria. Dois casos de grande repercussão que estavam sob relatoria do ministro, e que foram julgados nos últimos dois anos, foram a ação penal resultante do Inquérito 2424, que investiga um ministro do STJ e outros juízes e promotores por suposta venda de sentenças, e, mais recentemente, o pedido de extradição do italiano Cesare Battisti.

Na extradição, o voto de Peluso, determinando a entrega do italiano para seu país de origem, foi acompanhado pela maioria dos ministros da Corte. Da mesma forma que no julgamento em que a Corte recebeu (em parte) a denúncia contra os magistrados investigados no inquérito.

Assim que for empossado, o ministro assume automaticamente a presidência do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), conforme determina a Emenda Constitucional 61, recentemente aprovada pelo Congresso Nacional. Ele também deixará de participar da Segunda Turma do STF. Os processos que estão sob sua relatoria serão distribuídos para o ministro Gilmar Mendes.

Biografia - Nascido em Bragança Paulista, 67 anos, o ministro Cezar Peluso chegou à Suprema Corte por indicação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para substituir o ministro aposentado Sidney Sanches. Peluso iniciou sua carreira como juiz substituto, concursado, da 14ª Circunscrição Judiciária de São Paulo, em Itapetininga, ainda em 1968. A partir daí foi juiz de direito da comarca de São Sebastião (1968 a 1970) e da comarca de Igarapava (1970 a 1972). Em 1972 passou a atuar na capital paulista, primeiro como 47º juiz substituto da Capital (1972 a 1975), depois como juiz de direito da 7ª Vara da Família e das Sucessões da Capital, de 1975 a 1982.

Após passagens como juiz auxiliar da Corregedoria Geral da Justiça, convocado pelo Conselho Superior da Magistratura, entre 1978 e 1979, e juiz do Segundo Tribunal de Alçada Civil, 5ª Câmara, entre 1982 e 1986, Cezar Peluso foi chamado para o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), para o cargo de desembargador. O ministro permaneceu no tribunal estadual de 1986 a 2003, atuando também como membro efetivo do Órgão Especial daquela Corte, até ser convidado pelo presidente Lula para assumir uma cadeira no Supremo Tribunal Federal.

Autor de vários livros e artigos, com ênfase principal no Direito Civil, Cezar Peluso se graduou em Ciências Jurídicas em 1966, na Faculdade Católica de Direito de Santos, e possui diversos cursos de especialização e pós-gradução, também com maior foco no Direito Processual Civil.

fonte: ABN News

ESPECIAL ANA CAROLINA

Ana Carolina de Souza nasceu no dia 09 de setembro de 1974 na cidade de Juiz de Fora, Minas Gerais. Filha única de Dona Aparecida, a virginiana Ana Carolina cresceu influenciada pela música. Seus tios-avós eram instrumentistas, sua avó materna cantava em rádio e seu avô, gostava de cantar músicas sacras. O rádio e a vitrola estavam entre os objetos de maior importância dentro de sua casa. Sua mãe era proprietária de um salão de cabeleireiro e, Ana, fazia do local seu palco, fingia ser um microfone um rolo de cabelo e cantava versos de Caetano, entre outros. Morava no bairro Granbery, e estudou no Instituto Granbery da Igreja Metodista a maior parte de sua vida


Neste ambiente dotado de musicalidade, Ana Carolina desenvolveu cedo o interesse pela música. Já compunha canções ainda criança e aos 12 anos de idade ganhou seu primeiro violão, um Tonante de cordas de aço. Autodidata, logo desenvolveu um estilo próprio de tocar, que posteriormente se estendeu para o aprendizado de outros instrumentos como a guitarra, o pandeiro, e mais recentemente o baixo e o piano. Cartola, Nelson Cavaquinho, Geraldo Pereira, Lupicínio Rodrigues, Zechetti Príncipe Pretinho, Tom Jobim, Chico Buarque, João Bosco, Lenine e Marcos Suzano, foram influências constantes na sua vida, desde a sua adolescência até os dias de hoje, na sua vida profissional como cantora, compositora e instrumentista.

Na adolescência, Ana Carolina ingressou na universidade Federal de Juiz de Fora, onde cursou a faculdade de Letras, na busca em desenvolver outra de suas paixões, a leitura. Nesta época, Ana Carolina já cantava em bares de Juiz de fora e em festas de universidades. Luciana David, uma estudante de comunicação, se encantou ao assistir uma apresentação de Ana Carolina e acabou se tornando sua primeira empresária, levando os shows a um público maior. Ana ganhou projeção na cidade e foi descoberta pela atriz e cantora Zezé Motta, que a dirigiu em seu primeiro grande show na casa de espetáculos Teatro Solar em Juiz de Fora. Depois de realizar vários shows em Belo Horizonte, um rapaz chegou ao camarim com a letra de uma música, que compôs enquanto a assistia. Esse rapaz, era o compositor gaúcho, José Antônio Franco Villeroy que se tornaria um dos melhores amigos e parceiros de Ana, a música era "Garganta" - música que foi o primeiro sucesso da carreira da cantora

Vendo que a música estava mesmo presente em sua vida, Ana deixou sua cidade natal e partiu rumo ao Rio de Janeiro na tentativa de mostrar o seu trabalho.

Em 1998 se apresentou no Hipódromo UP e no Mistura fina, onde caiu nas graças da filha de Vinícius de Moraes, Luciana de Moraes, que encantada com sua voz grave, poderosa e melódica, a procurou perguntando sobre a existência de uma fita demo. Ana entregou a Luciana um CD demo com 8 (oito) músicas de voz e violão e 15 dias depois ela assinava contrato com a gravadora BMG. Ana então abandonou o curso de letras no 6º período e passou a se dedicar inteiramente à carreira de cantora.

Em abril de 1999, Ana Carolina lançou seu primeiro CD intitulado "Ana Carolina", registrando composições próprias como "Trancado" e "Armazém", e de outros autores, como "Retrato em branco e preto" (Tom Jobim e Chico Buarque) e "Alguém me disse" (de Evaldo Gouveia e Jair Amorim). Mas foi a música “Garganta” de autoria de Antônio Villeroy, que estourou nas rádios após a inclusão da mesma na trilha sonora da novela “Andando nas Nuvens” da Rede Globo de televisão. Sucesso absoluto de público e crítica! Neste mesmo ano, foi chamada para participar do songbook de Chico Buarque, interpretando as canções "Mil perdões" e "Eu te amo”. Ainda neste ano, Ana dá início à sua primeira turnê nacional com o show intitulado "Ana Carolina" que durou até meados de 2001.

No ano de 2001, Ana Carolina lançou o seu segundo CD “Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina”, intitulado em homenagem às várias mulheres de Chico Buarque de Holanda, um de seus grandes ídolos. Um CD mais autoral, contendo 11 músicas pessoais, dentro das 15 faixas presentes no disco. Lançou o “hit” das rádios deste ano, “Quem de nós Dois”, a música mais executada no Brasil com mais de 3000 execuções, o que rendeu à cantora um disco de ouro e outro de platina, além dos prêmios de melhor cantora (Troféu imprensa, Domingão do Faustão e da Academia Brasileira de letras - Prêmio Austregésilo de Athayde) e melhor música pra “Quem de nós dois” (Domingão dos Faustão). Neste mesmo ano, Ana Carolina compôs as músicas “Velas e Ventos” e “ Margem de pele” para o filme “Amores Possíveis” de Sandra Werneck. Seguindo então com a turnê do CD “Ana, Rita, Joana, Iracema e Carolina” em 2002, foi premiada com o 1º Prêmio Caras de Música pelo voto popular como melhor cantora.


Em 2003, Ana Carolina lança o terceiro disco: "Estampado". O encarte do disco, com grafismos de sua autoria, apresentou outra de suas artes, a pintura. Foi convidada para o songbook de João Bosco onde cantou “Linha de passe”. Nesse mesmo ano, lançou o DVD "Estampado", dirigido por Monique Gardenberg, contendo o making off da gravação do disco, participações especiais de amigos e parceiros, e um show feito pela cantora no Largo da Carioca (RJ). Estreou a turnê “Estampado” em Juiz de Fora. A turnê foi um grande sucesso, e rendeu à Ana Carolina a premiação de melhor cantora pelo troféu imprensa deste ano.

Um ano depois, em 2004, Ana Carolina fez um grande show no Claro Hall (RJ) para um público superior a 9.000 pessoas, que originou o 2º DVD intitulado “Estampado – Um instante que não para”. Ana também realizou neste ano uma mini-turnê pelos Estados Unidos, se apresentando em Miami (Teatro TAM), Newark (Palácio Europa) e Boston (Wonderland Ballroom).

Em 2005, Ana Carolina lançou o CD “Perfil”, uma coletânea dos seus maiores sucessos e que recebeu os discos de platina, platina duplo e diamante, devido a grande vendagem. Teve suas composições "Abismo" e "Ultra-leve amor", ambas com Jorge Vercilo, registradas pelo parceiro no CD "Signo de ar" (EMI). Recebeu também um convite de Seu Jorge para uma parceria em duas apresentações no projeto Tom Acústico em São Paulo. Os dois artistas interpretaram no espetáculo sucessos de suas respectivas carreiras, além dos textos de Elisa Lucinda "Só de sacanagem" e "Alfredo é Gisele". O show gravado ao vivo para lançamento do CD e DVD "Ana & Jorge" (Sony BMG) gerou o single "É isso aí", versão de Ana Carolina para "Blower's Daughter", sucesso de Damien Rice. Ana & Jorge transformou-se no maior fenômeno de vendas e de execuções de 2005. Ainda neste ano, Ana Carolina atingiu a marca de mais de 1.000.000 de discos vendidos, alcançando a marca de primeiro lugar em vendas e execuções no país.

No ano de 2006, Ana Carolina lançou o CD duplo “Dois Quartos” (Sony-BMG), o trabalho mais autoral da cantora, assinando 22 das 24 faixas do disco. No primeiro CD intitulado “Quarto”, registrou músicas mais radiofônicas, enquanto no segundo intitulado "Quartinho", apresentou músicas mais elaboradas, experimentais e intimistas. Neste mesmo ano, Maria Bethânia e Mart’nália gravam respectivamente “Eu que não sei quase nada do mar” e “Cabide”, compostas por Ana Carolina sob encomenda. Luiza Possi também gravou a música “Escuta” de Ana que também intitulou seu novo disco. Ana Carolina também passou a integrar em agosto de 2006, o corpo de apresentadoras do programa “Saia Justa” no canal GNT. O CD “Ana e Jorge” foi indicado ao Grammy Latino de melhor disco de música popular brasileira e Ana Carolina recebeu o Prêmio Multishow de Melhor Cantora.

Em 2007, Ana Carolina iniciou a turnê do disco “Dois Quartos” no Teatro do Palácio das Artes em Belo Horizonte. A canção “Rosas”, de autoria de Antônio Villeroy, foi indicada ao Grammy Latino como melhor música. Recebeu novamente neste ano, o prêmio de melhor cantora pelo canal Multishow.

Em abril de 2008, Ana Carolina lança o seu selo “Armazém”, promovendo o CD e DVD “Multishow Ao Vivo Ana Carolina Dois Quartos”, gravado em novembro no Credicard Hall em São Paulo. Permaneceu com a turnê Dois Quartos rodando o país e recebeu os Prêmios Tudo de Bom por Melhor som e Multishow pelo melhor show de 2007.

Em 2009, Ana Carolina completou 10 anos de carreira! E em comemoração a esta data, Ana lançou o CD “Nove” (N9ve), um trabalho inusitado, com 9 músicas inéditas, arranjos eletrônicos ousados, e recheado de referências numerológicas e de parcerias internacionais.


Aos 16 anos, Ana Carolina tomou a decisão de contar para a mãe que se sentia diferente das amigas, revelou que era bissexual. A condição da filha foi respeitada, ainda que mais tarde ela tenha enfrentado cobranças. Em entrevista à Jô Soares, em 6 de Junho de 2008, Ana disse que: "Homossexualidade, Mediunidade e voz, todo mundo tem. Mas, só alguns desenvolvem..Eu sou Bi, e daí?, foi o destaque da Revista Veja do mês de dezembro, onde Ana se revelou: "Sou bissexual. Acho natural gostar de homens e mulheres", disse ela à publicação. Contudo, ela deixou claro que não queria ser uma militante pelos direitos homossexuais, muito menos, levantaria bandeiras para defender a homossexualidade, pois, segundo ela, fica parecendo que ser gay é uma doença.

Polemicas a parte, concordamos que Ana Carolina, é uma das mais belas vozes da nossa musica popular brasileira, e que durante sua carreira, todos os seus shows, sempre carregados de emoção e originalidade fazem dela uma “Diva”, em todos os sentidos, sendo perfeita pra homenagear a mulher brasileira, guerreira, batalhadora e acima de tudo sonhadora, que sempre colaborou com a construção desse imenso Brasil....